domingo, 20 de junho de 2010

Andando em noite doentia...

Andando em noite doentia
Fodido de saudades
Retalhado por memórias
Doído de amor...

Andando em noite fria
Fodido de ódio
Lacerado por lembranças
Desanimado por desamor...

a paz anda distante
enquanto rondo pelas ruas

as pessoas vão pra casa em silêncio
e meu silêncio guarda milhões de decibéis
tenho um vazio apertando dentro do peito
tenho dores que começam desde os meu pés...

Andando em noite exata e magnífica
Isolado de tudo que me anima
Buscando paraíso em qualquer descanso
o inferno mora logo acima...

Alan Medrado 2010

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